Estatisticamente, 2,7 milhões de pessoas na África Subsaariana morrem de malária todos os anos, sendo que 70% das mortes são de crianças com menos de 5 anos devido à sua resistência intolerável quando atacadas pelo parasita Plasmodium falciparum, que é injetado no corpo humano por mosquitos fêmeas do género Anopheles. A maioria das mortes ocorre na África tropical, principalmente no Congo, Ruanda e Tanzânia, devido às condições ambientais que favorecem a reprodução e o crescimento dos mosquitos. No distrito de Musoma (Tanzânia), através de análises e inquéritos, além da sua natureza remota, da falta de medicamentos disponíveis e do aumento de estirpes resistentes da malária, verificou-se que o conhecimento, a atitude, os hábitos e as práticas da comunidade têm sido os principais fatores que contribuem para a sua propagação. A ignorância e as crenças tradicionais são um grande impulso para a sua propagação. A abordagem diferente recomendada neste livro ajudará na redução, combate e prevenção da malária na Tanzânia, nos países subsaarianos e na África em geral.